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domingo, 30 de junho de 2013

O Risco da amálgama dentária.







Desde o contacto com a medicina ortomolecular e, principalmente, depois dos ensinamentos que recolhi da medicina biológica alemã, tenho evoluido na compreensão do impacto que o amálgama dentário costuma trazer para os seus portadores. Com os instrumentos que hoje possuimos para avaliar este impacto, como as dosagens químicas sofisticadas de espectofotometria atômica e as avaliações pela biorressonância (Voll, Vegatest), e os milhares de casos tratados com sucesso, não se pode mais ficar afirmando, como o faz a maioria dos dentistas brasileiros, de que o amálgama é inofensivo. Costumo dizer para os dentistas, que o único mercúrio que não lesa o organismo, é aquele que eles colocam em seus amálgamas. Pois basta que eles peçam uma dosagem de mercúrio na urina ou no cabelo de seus pacientes, para poderem ver que o organismo está sendo sobrecarregado por este metal pesado. E digo mais, são eles próprios (os dentistas) os que mais estão expostos aos riscos de intoxicação, pelo vapor de mercúrio inalado durante a retirada do amálgama (ver artigo abaixo).
Qualquer médico medianamente informado sabe dos efeitos devastadores que os metais pesados trazem para o organismo. O mercúrio afeta gravemente o Sistema Nervoso, Rim, tecido conectivo, etc. Centenas de médicos que levam a sério os riscos do amálgama, tem conseguido livrar um grande número de pacientes de doenças degenerativas graves como Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla, doenças do colágeno, bem como enxaqueca, doenças endócrinas, e um grande número de alterações funcionais, através da retirada do amálgama e da desentoxicação do mercúrio.
Os dentistas não podem mais ficar escondidos atrás da chamada vantagem dentística do amálgama e do suporte técnicopoliticoinstitucional que a Associação dos Dentistas Americanos (ADA) tem oferecido. No primeiro caso, a qualidade de um material sob o ponto de vista da dentística, não pode se sobrepor à sua toxicidade. No segundo caso, sabemos que a defesa intransigente do amálgama pela ADA é, na verdade, uma atuação defensiva, pois podemos calcular as consequências para os dentistas americanos, caso a ADA venha admitir que o amálgama é realmente um material tóxico, capaz de provocar doenças como as listadas acima. Seria um pesadelo. Milhares de pessoas entrariam com ações indenizatórias.
Vide matéria completa no link abaixo.
http://www.arzt.com.br/informacoes/amalgama-dentario-e-intoxicacao-por-mercurio

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