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domingo, 15 de setembro de 2013

Riscos do leite.

O LEITE DE VACA
Nos dias de hoje, o leite de vaca é um alimento animal não recomendado. Por ser produzido por processos industriais, contém uma gama de substâncias prejudiciais ao homem.
Além de conter proteínas em excesso, um factor essencial responsável pela perda de cálcio no organisno, o leite de vaca é pobre em cálcio. Ele contém magnésio em porporções reduzidos e não possui vitamina D, a vitamina que permite uma boa absorção do cálcio.
Quando enriquecido com cálcio e vitaminas D-2e D-3, produzidas ou não em laboratório,  estas provém essencialmente de fonte animal, o que torna ainda mais insalubre este líquido alimentar, tomado excessivamente por milhões de pessoas diariamente em todo o mundo.
Dos "tóxicos" existentes no leite de vaca, destacam-se alguns: hormonas ativas, alérgenos, herbicidas, pesticidas, dioxinas, coliformes fecais, hormônios, materiais radioativos, antibióticos e bactérias cuja pasteurização a 75 graus não consegue eliminar. O ideal era pasteurizar o leite a 100 graus. O leite de vaca possui gorduras saturadas e colesterol elevado. A título de exemplo, 1 chávena de leite equivale a cerca de quinze fatias de bacon. Os laticínios, em geral, incorrem no mesmo risco. Para fabricar um quilo  de queijo é necessário dez litros de leite e para um quilo de manteiga necessitamos de vinte litros. Demasiado leite, demasiadas toxinas! Aqueles que são intolerantes ao leite devem eliminá-lo não só da sua dieta como também reduzir drasticamente o consumo dos seus derivados.  
Fonte:http://www.madeirasaudavel.com/loja/index.php/dicas-e-saude/235-o-perigo-do-leite-de-vaca

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Câncer X Babosa


 Frei Romano Zago nasceu em Lajeado/RS em 1932. Após os cursos de Filosofia e Teologia, ordenou-se sacerdote franciscano em 1958. Em 1971 diplomou-se em língua e literatura portuguesa, francesa e espanhola, pela Faculdade de Letras da PUCRS. Foi em 1958, na Paróquia Santo Antonio, de Passo Fundo/RS, que começou a testar a receita da babosa e constatou na prática, os primeiros casos de cura. Depois disso esteve em Israel, Itália, Portugal, Suíça e em outros países também, sempre usando com êxito a sua receita, que consiste em babosa (aloe arborescens), mel e álcool de cereais ou bebida destilada.
Mais informações sobre seu livro e receita:
http://jornadacontraocancer.blogspot.com/2009/05/babosa.html

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Chocolates falseados.

Cacau de fazenda de Ilhéus (BA); para ser considerado chocolate, produto precisa ter ao menos 25% do fruto
Cacau de fazenda de Ilhéus (BA); para ser considerado chocolate, produto precisa ter ao menos 25% do fruto
Um em cada três chocolates comuns vendidos no Brasil, produzidos pelas grandes indústrias, não pode ter esse nome de chocolate porque não é feito com o percentual mínimo de cacau exigido pela legislação.
Segundo as regras, para ser considerado chocolate, é preciso que o produto tenha pelo menos 25% de cacau, mas muitos não chegariam nem a 5%.
A denúncia é de Marco Lessa, 43, produtor de cacau, presidente da Associação de Turismo de Ilhéus (BA) e organizador de feira de chocolate, que reúne agricultores e pequenas indústrias.
"O que o brasileiro encontra nas prateleiras de supermercados, vendido como chocolate, é apenas doce, não chocolate", afirma. "Estimo que um terço dos chocolates estejam nessa situação. Esses não devem ter nem 5% de cacau."
Lessa também diz que muitos chocolates amargos, com suposto alto teor de cacau (de 50% a 70%), produzidos pelas grandes indústrias e vendidos no mercado nacional por preço maior não têm esse percentual declarado.
"Dizem que têm 70%, mas não têm. Não existe fiscalização para confirmar esse percentual", declara. Ele não apresentou nenhuma pesquisa ou teste que comprovem essa avaliação, mas diz que o problema se manifesta no próprio sabor dos produtos.
http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/07/10/1-em-3-chocolates-nao-e-chocolate-real-por-falta-de-cacau-diz-produtor.htm

domingo, 30 de junho de 2013

O Risco da amálgama dentária.







Desde o contacto com a medicina ortomolecular e, principalmente, depois dos ensinamentos que recolhi da medicina biológica alemã, tenho evoluido na compreensão do impacto que o amálgama dentário costuma trazer para os seus portadores. Com os instrumentos que hoje possuimos para avaliar este impacto, como as dosagens químicas sofisticadas de espectofotometria atômica e as avaliações pela biorressonância (Voll, Vegatest), e os milhares de casos tratados com sucesso, não se pode mais ficar afirmando, como o faz a maioria dos dentistas brasileiros, de que o amálgama é inofensivo. Costumo dizer para os dentistas, que o único mercúrio que não lesa o organismo, é aquele que eles colocam em seus amálgamas. Pois basta que eles peçam uma dosagem de mercúrio na urina ou no cabelo de seus pacientes, para poderem ver que o organismo está sendo sobrecarregado por este metal pesado. E digo mais, são eles próprios (os dentistas) os que mais estão expostos aos riscos de intoxicação, pelo vapor de mercúrio inalado durante a retirada do amálgama (ver artigo abaixo).
Qualquer médico medianamente informado sabe dos efeitos devastadores que os metais pesados trazem para o organismo. O mercúrio afeta gravemente o Sistema Nervoso, Rim, tecido conectivo, etc. Centenas de médicos que levam a sério os riscos do amálgama, tem conseguido livrar um grande número de pacientes de doenças degenerativas graves como Alzheimer, Parkinson, esclerose múltipla, doenças do colágeno, bem como enxaqueca, doenças endócrinas, e um grande número de alterações funcionais, através da retirada do amálgama e da desentoxicação do mercúrio.
Os dentistas não podem mais ficar escondidos atrás da chamada vantagem dentística do amálgama e do suporte técnicopoliticoinstitucional que a Associação dos Dentistas Americanos (ADA) tem oferecido. No primeiro caso, a qualidade de um material sob o ponto de vista da dentística, não pode se sobrepor à sua toxicidade. No segundo caso, sabemos que a defesa intransigente do amálgama pela ADA é, na verdade, uma atuação defensiva, pois podemos calcular as consequências para os dentistas americanos, caso a ADA venha admitir que o amálgama é realmente um material tóxico, capaz de provocar doenças como as listadas acima. Seria um pesadelo. Milhares de pessoas entrariam com ações indenizatórias.
Vide matéria completa no link abaixo.
http://www.arzt.com.br/informacoes/amalgama-dentario-e-intoxicacao-por-mercurio

Cochonilha - o inseto como corante alimentar.










É um corante vermelho intenso feito com corpos secos de Dactylopius coccus, um insecto mexicano. Para produzir apenas 450 gramas deste corante precisam de ser mortos cerca de 70.000 insectos.
Biliões de animais são criados e destruídos todos os anos na fabricação deste corante usado em biscoitos sabor morango, gelados de frutas vermelhas, leites de soja sabor morango,
roupas etc. O pigmento também é usado em produtos cosméticos (champôs, batons, etc.)
Pode causar reacções alérgicas em algumas pessoas.
Como alternativa a este corante poderia ser utilizado sumo de beterraba, que não possui qualquer toxicidade. Ou, no caso dos alimentos, simplesmente nada, pois um corante não acrescenta benefícios aos produtos.
http://www.centrovegetariano.org/Article-131-Cochonilha%2Be%2BCarmim.html










Stevia como adoçante - a melhor opção.









Stevia em sua forma natural é 15 vezes mais doce que o açúcar (sacarose) e o extrato é de 100 a 300 vezes mais doce que o açúcar, sua doçura alta fornece o complemento perfeito para os alimentos e por ser zero calorias, reduz o aumento de glicose no sangue, protegendo o organismo de doenças como diabetes e obesidade, entre outros.

domingo, 16 de junho de 2013

Perigo do Glutamato Monossódico

Glutamato Monossódico (GMS): É este o assassino que se esconde em nossos armários de cozinha?
Dr. Mercola

Um silencioso e difundido assassino que é pior à sua saúde que álcool, nicotina e muitas outras drogas está provavelmente escondido em seu armário de cozinha neste exato momento. [1]. "Ele" é o glutamato monossódico ou GMS (MSG, Monossodium Glutamate do nome original em inglês), um realçador de sabor que é conhecido amplamente como um aditivo na comida chinesa, mas que na verdade é adicionado a milhares de alimentos que você e sua família regularmente comem, especialmente se você é como a maior parte dos norte-americanos e come a maioria de sua comida como alimento processado ou em restaurantes.

Glutamato monossódico é um dos piores aditivos alimentares no mercado e é usado em sopas enlatadas, biscoitos, carnes, saladas, refeições congeladas e muito mais. É encontrado em restaurantes e supermercados locais, na lanchonete da escola das crianças, e incrivelmente, mesmo na comida de bebê e em fórmulas infantis.

O GMS é mais do que somente um tempero como o sal e pimenta, ele realça o sabor dos alimentos, fazendo o gosto de carnes processadas e refeições congeladas ficar melhor e cheirar melhor, as saladas ficarem mais saborosas e comidas enlatadas com gosto menos metálico.

Enquanto os benefícios do GMS à indústria de alimentos está bem clara, este aditivo alimentar pode estar lentamente e silenciosamente fazendo grandes danos para sua saúde.
Vide matéria completa no link abaixo:
http://www.anovaordemmundial.com/2009/10/glutamato-monossodico-gms-o-sabor-que.html